quarta-feira, 24 de junho de 2015

ESTRADEIRO DE PALHOÇA NA CHAPADA DOS GUIMARÃES

Valdir Aristides Miranda já levou a bandeira de Palhoça a várias cidades do Brasil


>>> Miranda, representando os motociclistas de Palhoça, em Morro dos Ventos, Chapada dos Guimarães

Baby Espíndola

O estradeiro Valdir Aristides Miranda – que na foto aparece no alto da Chapada dos Guimarães, num ponto turístico conhecido como Morro dos Ventos – vem representando o Moto Clube Asas do Destino e, por extensão, os motociclistas de Palhoça, em vários eventos no Brasil.

Mas, o roteiro favorito de Miranda, que é o fundador do Asas do Destino, é, justamente, Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, onde tem bons amigos, principalmente os membros do Moto Clube Lobo da Serra.

Em junho, o estradeiro Miranda esteve em Juína, no Mato Grosso, onde representou o Moto Clube Asas do Destino, de Palhoça, no “IV Encontro de Motos e Amigos”.

A caminho de Juína, “cidade polo do Noroeste”, o estradeiro de Palhoça desviou o trajeto, para visitar Condor, no Rio Grande do Sul. Só depois foi à Chapada dos Guimarães, Nova Olímpia, também Mato Grosso e, finalmente, a cidade sede do evento.

Miranda é um respeitado estradeiro, pois já rodou praticamente todo o Brasil, levando as bandeiras de Palhoça e de Santa Catarina a outros estados.
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sexta-feira, 19 de junho de 2015

BABY ESPÍNDOLA REPÓRTER REGISTRA TRÂNSITO CAÓTICO

>>> O ponto crítico é no “viaduto de Santo Amaro”, na BR-101, com repercussão no acesso ao centro de Palhoça e bairros


Baby Espíndola

O trânsito no viaduto de acesso a Santo Amaro da Imperatriz, na BR-101 Sul, que já era complicado, está se agravando. Dia e noite, o fluxo de veículos é intenso na região, com agravante nos horários de pico, pela manhã, ao meio dia e final da tarde.

Trata-se de uma situação gravíssima, porque o caos sob o viaduto repercute nos acessos e saída do centro de Palhoça e de bairros.

No Grande Aririú, ao longo da Avenida Bom Jesus de Nazaré e Avenida São Cristóvão, as filas se estendem por quilômetros, prejudicando loteamentos circunvizinhos.


Fotos: Baby Espíndola Repórter





CAOS NA RÓTULA >>> O trânsito na Avenida Central do Loteamento Nova Palhoça também é complexo. O ponto crítico é na mini rótula, a poucos metros do viaduto. Situação que deverá ser amenizada quando a Secretaria Municipal de Infraestrutura concluir as obras de pavimentação asfáltica, na “geral do Rio Grande”, do Supermercados Santos até o bairro.

Em toda a área afetada, os pedestres também sofrem com as consequências da confusão no trânsito.

Nos horários de pico, transitar pela paralela da 101, sentido Sul > Norte, é tarefa difícil. Como também é bastante cansativo deixar o centro de Palhoça, para o Aririú, Pachecos e loteamentos vizinhos, cruzando sob o viaduto da 101.





VIADUTO NAS PARALELAS >>> Nesse ponto extremamente crítico (o viaduto de Santo Amaro, na 101), alguma obra deverá ser realizada, para amenizar o problema. Dnit, Polícia Rodoviária Federal, ANTT e a concessionária, Autopista Litoral Sul, precisam encontrar uma solução.

Como sugestão, Baby Espíndola Repórter aponta a construção de viadutos, também nas paralelas da 101.




>>> Outros pontos críticos de mobilidade urbana também são registrados, diariamente, em outros viadutos da BR-101, em Palhoça e São José. Trataremos desses fatos em outras reportagens.




domingo, 31 de maio de 2015

EXPOSIÇÃO MOSTRA CLÁSSICOS EM 4 RODAS

>>> São carros de várias marcas e modelos, que marcaram época e que hoje são valorizados como clássicos

Baby Espíndola

 Fotos: Baby Espíndola Repórter

O Mundo Car Shopping, no Kobrasol, São José, realizou, nesse fim de semana, uma exposição de carros antigos de várias marcas e modelos, o que atraiu centenas de curiosos. E possíveis compradores, fanáticos pelos clássicos, pois alguns carros, expostos no pátio externo, estavam à venda.  



Nessas exposições temáticas sempre encontramos bons exemplares do simpático Fusca, a guerreira Kombi, Variant, Brasília e derivados, com participação especial de clássicos como Opala 6 cilindros, Maverick V8, Dodge Charger, também de oito canecos, e outras feras da boa mecânica.


Porém, na exposição desse fim de semana, no Mundo Car, encontramos um pouco mais. Vamos relacionar algumas raridades: um Mustang americano e um incrível Pontiac, um clássico dos anos 40/50.





Também se exibiram, aos olhos atentos dos curiosos, um Gordini dos anos 60, uma camionete Ford V8 de 1961.



Não me comprometi a fazer uma reportagem aprofundada. Apenas um relato superficial, de alguns detalhes que mais me encantaram, registrados com fotos de celular.





O meu Marea 5cc, 2.0, 20 válvulas não visitou a exposição. Estava na garagem, curtindo os efeitos de uma cera especial.



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quinta-feira, 7 de maio de 2015

MOTO CLUBE ASAS DO DESTINO REPRESENTA PALHOÇA EM EVENTO NO MATO GROSSO


>>> Acabo de receber a visita do estradeiro, Valdir Aristides Miranda, que está preparando mais uma viagem – que inveja! – mais uma de muitas.

Baby Espíndola


Miranda com a companheira das estradas

No próximo dia 28 de maio, o estradeiro parte para Juína, no Mato Grosso, onde vai representar o Moto Clube Asas do Destino, de Palhoça, no “IV Encontro de Motos e Amigos”, evento agendado para os dias 5 e 6 de junho, no Centro de Eventos. Miranda é fundador do Asas do Destino e atual presidente.

A caminho de Juína, “cidade polo do Noroeste”, o estradeiro de Palhoça vai desviar o trajeto, para visitar Condor, no Rio Grande do Sul, depois Chapada dos Guimarães (MT), Nova Olímpia (MT) e, finalmente, a cidade sede do evento.

Miranda é um respeitado estradeiro, pois já rodou praticamente todo o Brasil, levando as bandeiras de Palhoça e de Santa Catarina a outros estados.

Literalmente, o estradeiro gosta da estrada. O próprio Miranda costuma dizer que, “em casa começo a ficar inquieto. Então, na primeira oportunidade, volto pra estrada, que é o meu lugar”.

Nessa viagem, o motociclista vestirá a nova camiseta oficial do Moto Clube Asas do Destino – “Sobre duas rodas, com responsabilidade –, na cor preta, com as bandeiras de Palhoça, Santa Catarina e do Brasil.
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>>> Miranda com a nova camiseta oficial do Moto Clube Asas do Destino

Fotos: Baby Espíndola Repórter










terça-feira, 7 de abril de 2015

IRRESPONSABILIDADE NO ASFALTO

PRF e Denit liberam velocidade de 100 por hora na Via Expressa, acesso a Florianópolis. E espalham pardais na subida da serra




O acesso e saída de Florianópolis, o primeiro trecho da BR-282, mais conhecido como Via Expressa, é uma incubadora de tragédias, desde que as “otoridades” da Polícia Rodoviária Federal e Denit, braços autoritários do Governo Federal, aumentaram a velocidade máxima de 80 para 100 quilômetros por hora.

É um ato de irresponsabilidade, porque a Via Expressa, ligação entre a BR-101, em São José, e as pontes Pedro Ivo e Colombo Sales, em Florianópolis, se comporta como uma estrada urbana. O risco de tragédias só não é maior porque o trecho vive permanentemente congestionado.

PARDAIS NA SERRA – Porém, na subida da serra, entre Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas e Rancho Queimado, as “otoridades” caça niqueis instalaram redutores de velocidade. São pardais, com o único objetivo de aumentar a arrecadação, através de multas. As placas alternam a velocidade entre 80, 60 e 50. São pegadinhas maldosas, praticamente sem sinalização de alerta.

A pergunta é: Porque reduzir a velocidade num trecho de menor movimento, na serra, e liberar 100/h numa região urbana?

Outro questionamento: A Via Expressa foi transformada em pista de alta velocidade. Já a BR-101, entre Palhoça e São José, sofre com a presença de lombadas eletrônicas, que estipulam a velocidade máxima de 80 por hora. O que vem provocando constantes filas, porque, com medo de ser multado, o motorista cruza o ponto de fiscalização eletrônica em velocidade reduzida. Em consequência do chamado “efeito dominó”, as filas se estendem por quilômetros.

Tudo isso acontece sem a presença da autoridade. A Polícia Rodoviária Federal, espécie em extinção, só aparece para multar. Competindo com lombadas eletrônicas e pardais.

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>>> Fotos: Baby Espíndola Repórter





sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A CRÔNICA DA CARGA PESADA

A lenda dos guerreiros da estrada, que estão parando o Brasil, corrupto e podre, da guerrilheira Dilma-Estela



Já parou. E a tendência é que outros setores parem, pois não podemos continuar produzindo, para cobrir os rombos dos cofres públicos


Adoro pegar uma estrada. Sou um estradeiro, embora sem muito tempo para viajar. Minha moto tem porte de estradeira. Tem faróis de milha, pisca-alerta e até uma buzina de Opala 72. Meu carro é um 5 canecos, com 20 válvulas. Sou ligadão em máquinas potentes. Mas não abuso da velocidade.

Quando vejo um caminhão, com um motorzão, fico espiando. Outro dia encontrei um GMC “Marítimo”, num posto de combustíveis, na BR-101 Norte. Também tive a oportunidade de curtir a belezura de um Mak americano, todo cromado, incrível!

Até costumo dizer, que se não fosse jornalista, seria um carreteiro. Até fico me imaginando, na cabine de comando de um caminhãozão, cortando estradas, cruzando o Brasil. Com minhas botas country, o inseparável jeans.

Bem, tudo isso é romantismo. Coisa de cowboy, mania de poeta sonhador. Que gosta de fazer alongamento, alongamento de pensamento. Que solta a imaginação, e ela voa sem parar, viaja mundo afora, sem destino.

É apenas sonho. Romantismo. Porque a realidade é bem outra. Viajar nas estradas brasileiras, principalmente nas rodovias federais, dá medo, é de apavorar. Mas, as estradas estaduais, muitas sem acostamento, também são terríveis.

Na passagem de ano, viajei para Pato Branco e Foz do Iguaçu, no Paraná. Fui dirigindo. Fiquei apavorado com o que vi. Senti muita pena dos caminhoneiros. As estradas federais são armadilhas, um jogo de vida ou morte. Por isso, morrem em média 35 mil pessoas a cada ano, no trânsito.

E as causas de tantas mortes não são somente imprudência, erros dos motoristas. Contribuem para a matança no asfalto, as estradas esburacadas, mal sinalizadas, curvas mal projetadas.

De Palhoça a Foz do Iguaçu, a pior estrada é a BR-277, no Paraná. Tem um trechinho duplicado. O resto da rodovia é uma vergonha. Tem buraco disputando espaço com buraco. Adensamento de solo, borrachões que mais parecem montanhas. São montículos constrangedores.

Esquecem de cuidar das estradas. Mas, o pedágio ninguém esquece de cobrar. Na 277, cheguei a pagar R$12,90 de pedágio. Para pular como pipoca na buracaria sem vergonha. Do Rio Grande do Sul ao Nordeste, uma carreta paga mais de mil reais de pedágio. Que absurdo!

Sinceramente, fiquei morrendo de pena dos caminhoneiros. Porque eles são forçados a conviver com essa falta de vergonha, que são as estradas brasileiras. Os caminhoneiros são duramente penalizados, com o preço exorbitante do diesel, malha viária destruída, o que danifica os caminhões. E não há segurança nos pontos de parada.

O governo federal, que é formado por uma quadrilha de assaltantes dos cofres públicos, tratou de fazer uma legislação autoritária, para cuidar da vida dos caminhoneiros. Mas, em troca, não ofereceu segurança. Tanto que vem aumentando o número de roubo de cargas e de veículos do transporte. Inclusive, continua a matança de caminhoneiros.

E os canalhas da república do mensalão, nada fazem para reverter esse quadro. A guerrilheira Dilma-Estela, se tivesse um mínimo de bom senso, já deveria ter reduzido o preço do diesel. Em 2001, com o valor de um litro de gasolina, se comprava dois litros de diesel. Agora os preços estão quase empatando.

Por que? Porque precisamos pagar o rombo da Petrobras. A Petrobras que o cretino do Lula anda defendendo, depois de indicar, pessoalmente, alguns dos ladrões e saqueadores.

Por isso a turma da carga pesada está parada. E promovendo bloqueios Brasil a fora. Principalmente nos estados do Sul e do centro-Oeste. São guerreiros do asfalto. Guerreiros e sofredores.

Como se sinto um caminhoneiro de alma, mando aqui um forte abraço à turma da carga pesada. Registro a minha solidariedade. Com certeza, se eu fosse um bravo das estradas, estaria com vocês, à frente do movimento. Mas, contem com o meu apoio, como motorista do jornalismo.

E aproveito para solicitar o apoio dos brasileiros, para esses irmãos sofridos, que enfrentam estradas intransitáveis e pagam o diesel mais caro do mundo.

Boa sorte, amigos da carga pesada. Que Deus e Nossa Senhora Aparecida protejam vocês. Porque as estradas são perigosas. E a turma da guerrilheira Dilma-Estela mete medo.

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

CAMILO MARTINS RECEBE DIRETORIA DO MOTO CLUBE ASAS DO DESTINO



Miranda e Vilmar , com o prefeito: projeto social
Foto: Baby Espíndola Repórter

Representantes da diretoria do Moto Clube Asas do Destino foram recebidos, hoje (quarta, 22), pelo prefeito Camilo Martins, para tratar de um “projeto de abrangência social”, segundo revelaram.

Vilmar Knoth, presidente e Valdir Aristides Miranda, presidente-fundador, apresentaram, ao prefeito Camilo, o esboço de um audacioso projeto, que propõe a criação de “uma área de integração para a comunidade, com espaço para creche, escola profissionalizante em mecânica de motos, espaço de bem estar para a terceira idade, além de uma arena de motocross”.

Camilo Martins demonstrou clara simpatia ao projeto e sugeriu, à direção do Asas do Destino, uma definição do bairro onde a obra social será implantada. “A Prefeitura deseja ser parceira desse projeto, em tudo o que for possível”, disse o prefeito.

Os diretores revelaram, ao prefeito, que o objetivo da Ong “é promover a ação social comunitária, fazendo com que os idosos, os jovens e as crianças convivam num centro de referência e de acolhimento na comunidade”.

O projeto visa “englobar escolas profissionalizantes, para o jovem sair com sua primeira profissão, para o grupo da terceira idade promover a integração, exercícios físicos. É um projeto de inclusão social”, explicaram os diretores do Asas do Destino.

A Arena Municipal de Motocross deverá agregar Educação, esporte, cultura e lazer, “promovendo a prática de uma das competições mais conhecidas no mundo, que é, justamente, o motociclismo esportivo”.

O Moto Clube Asas do Destino é considerado de “utilidade pública”, pela Prefeitura de Palhoça.



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