quinta-feira, 1 de março de 2018

O DIA QUE O TRÂNSITO PAROU


Grande Florianópolis registrou o maior congestionamento em anos.


Baby Espíndola Repórter

Aconteceu na tarde desta quinta-feira. O caos tomou conta da BR-101, paralelas e invadiu os centros urbanos e bairros de Palhoça, São José e Biguaçu, com graves repercussões na Via Expressa (BR-282), aceso à Ilha, a capital Florianópolis. .
Logo após o meio dia desse primeiro de março, o cenário na BR-101 e paralelas, sentido norte, começou a piorar. Por volta das 16 horas, em Palhoça, já estava tudo parado.
Não demorou e o gigantesco congestionamento, que paralisou as pistas da rodovia, contaminou as paralelas sentido norte. E a seguir o caos se espalhou pelo centro da cidade e alguns bairros.


A BR-282, que em Palhoça faz ligação com a 101, também foi afetada. As filas chegaram a Santo Amaro da Imperatriz. A região do Grande Aririú, em Palhoça, que também faz conexão com Santo Amaro, sofreu duramente com o trânsito parado. A Avenida Bom Jesus de Nazaré deságua os veículos no Viaduto do Aririú, ou "Trevo de Santo Amaro", na BR-101.
Como o mega congestionamento se arrastava rumo norte, logo a cidade de São José - e na sequêcia Biguaçu, se tornaram vítimas. Biguaçu sofreu mais com o caos nas pistas e paralelas, no sentido sul, até São José e Via Expressa.
Quem buscou rota de fuga por dentro de Palhoça e São José se arrependeu amargamente. Também na "estrada geral" parou tudo. Uma viagem de poucos quilômetros entre Palhoça e São José durou mais de duas horas. Até Florianópolis, três horas ou mais.

DANOS À ECONOMIA. >>> 
Com os constantes congestionamentos, com a BR-101, travada dia e noite, a Região Metropolitana de Florianópolis fica prejudicada. Trabalhadores chegam atrasados ao serviço e, no retorno, sofrem com a demora provocada pela imobilidade. Estudantes, mesmo saindo de casa bem mais cedo, acabam perdendo aulas. Empresas têm dificuldades para escoar a produção. O comércio deixa de vender.
Em dias de caos profundo, o transporte coletivo também para, com ônibus disputando espaço (que não existe) entre automóveis e membros da carga pesada. Pobres dos usuários do transporte coletivo! Passam horas nos pontos, esperando o transporte, e depois outras horas enjaulados, ou transformados em sardinhas.
É um caos, Só as "otoridades" da ANTT e do Dnit não querem tomar conhecimento desse efeito colateral da péssima mobilidade. A concessionária Autopista Litoral Sul não tem a menor pressa em concluir as obras do Contorno Viário. Essa rodovia alternativa, entre Palhoça, São José e Biguaçu, poderá desviar a carga pesada dessa região urbana: cerca de 20.000 caminhões e carretas diariamente.
Outras obras complementares, nas paralelas da 101, são urgentes e necessárias. A terceira pista, entre Palhoça e São José, precisa ser implantada pra ontem.

INCOMPETÊNCIA E IRRESPONSABILIDADE. >>> 
Alguém deve ser responsabilizado pelos graves danos causados às pessoas e à economia da região. Eu acuso, diretamente, sem rodeios, os políticos e gestores públicos, que ocuparam palácios e legislativos nos últimos 20 ou 30 anos. Foram incompetentes e irresponsáveis. Governadores, deputados estaduais, deputados federais, senadores por Santa Catarina, prefeitos e até vereadores. Parece que ninguém se preocupou com o caos iminente. E esse caos bateu às nossas portas. Parece que para ficar e se agravar a cada dia. Infelizmente.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

PALHOÇA, TRÂNSITO CAÓTICO. CIDADE É VÍTIMA DA BR-101 CONGESTIONADA




Acesse o vídeo no Facebook, em Luiz Espíndola Espíndola / Baby Espíndola Repórter / Agenda Palhoça: https://www.facebook.com/luizespindola.espindola/videos/1773329982717358/

Baby Espíndola

Palhoça, numa tarde qualquer de chuva. O trânsito fica mais caótico ainda, em consequência dos gigantescos congestionamentos na BR-101. 

A situação é grave porque as paralelas também param e o caos no trânsito atinge o Centro e bairros. Faça chuva ou sol, independentemente da época do ano, sempre que a rodovia federal (que, literalmente, corta a cidade de sul a norte) congestiona, Palhoça sofre com as consequências. Graves consequências.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

RUTA 9, DE MONTEVIDÉU AO CHUÍ, MAIS DE 300 KMS SEM RADARES OU PARDAIS

PRECISAMOS ACABAR COM O VERGONHOSO ATAQUE DOS PARDAIS E RADARES DA GANGUE DAS MULTAS, NO BRASIL DA CORRUPÇÃO.


Ruta 9, saída de Montevidéu para o Chuí (RS). Rodovia em ótimo estado, muito bem sinalizada, permite velocidade segura de 110 k/hora. Não há radares e pardais. Nem patrulheiros rodoviários escondidos atrás da moita.

Acesse o vídeo: https://www.facebook.com/luizespindola.espindola/videos/1759672880749735/


Baby Espíndola 

No retorno ao Brasil, percorri mais de 300 quilômetros, a maior parte na "Ruta 9", muito bem conservada e sinalizada.
Nesse trajeto, meu veículo não foi molestado por radares ou pardais. E tem mais. Ao longo dos 300 quilômetros, desde Montevidéu, no Uruguai, passei por pelo menos dez patrulhas da "Policía Nacional de Trânsito", com patrulheiros orientando o trânsito. Orientando e impondo respeito.
O mesmo não aconteceu no lado brasileiro. Quando cruzei a fronteira, na cidade de Chuí, começou imediatamente o vergonhoso ataque dos pardais e radares, da gangue das multas, com suas muitas armadilhas. E o mais grave. Os poucos patrulheiros da PRF do Rio Grande do Sul estavam escondidos atrás das moitas, multando. Multando, como sempre. Isso precisa mudar.

500 QUILÔMETROS SEM RADARES E PARDAIS NA ESTRADA DE ACESSO A MONTEVIDÉU

PRECISAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA NO BRASIL 



Da fronteira em Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, até Montevidéu, Uruguai, são cerca de 500 quilômetros de rodovia. Nesse trajeto, não há radares e pardais, objetos comuns nas rodovias do Brasil, que fazem parte da indústria da multa. A estrada do Uruguai, não duplicada, é bem conservada e sinalizada. Mesmo sem controladores de velocidade, quase não ocorrem acidentes. Isso derruba o argumento das "otoridades" brasileiras, que abusam dos equipamentos para multar, alegando uma falsa segurança.

>>> Gravei alguns vídeos da viagem entre Santana do Livramento (RS) e Montevidéu. Mas não foi possível utilizar vídeo em O Estradeiro. Por isso estou usando uma foto de Lauro Alves, que mostra a boa qualidade do asfalto, numa rodovia (Uruguai) muito bem sinalizada. No Face Luiz Espíndola. Espíncola /// https://www.facebook.com/luizespindola.espindola tem vídeo gravado próximo à cidade de Montrevidéu. Vale a pena conferir. 

domingo, 25 de junho de 2017

CONEXÃO CAMBIRELA PROMOVE DEBATE SOBRE DUAS RODAS

Baby Espíndola
Debate vai acontecer, neste domingo (25), às 19h30, no Engenho Boca da Serra, na BR-282, em Palhoça, Região Metropolitana de Florianópolis - SC.
O Conexào Cambirela será transmitido pela RádioTvFace, aqui no Facebook, e pela Rádio Cambirela - www.radiocambirela.com.br / www.radiocambirela.net.


Os convidados especiais são membros da diretoria e sócios do Moto Clube Asas do Destino - Sobre duas rodas, com responsabilidade.

Vamos discutir assuntos relativos à segurança, pilotagem defensiva, a importância da motocicleta nas regiões onde a mobilidade é precária.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

ESTRADEIRO DE PALHOÇA NA CHAPADA DOS GUIMARÃES

Valdir Aristides Miranda já levou a bandeira de Palhoça a várias cidades do Brasil


>>> Miranda, representando os motociclistas de Palhoça, em Morro dos Ventos, Chapada dos Guimarães

Baby Espíndola

O estradeiro Valdir Aristides Miranda – que na foto aparece no alto da Chapada dos Guimarães, num ponto turístico conhecido como Morro dos Ventos – vem representando o Moto Clube Asas do Destino e, por extensão, os motociclistas de Palhoça, em vários eventos no Brasil.

Mas, o roteiro favorito de Miranda, que é o fundador do Asas do Destino, é, justamente, Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, onde tem bons amigos, principalmente os membros do Moto Clube Lobo da Serra.

Em junho, o estradeiro Miranda esteve em Juína, no Mato Grosso, onde representou o Moto Clube Asas do Destino, de Palhoça, no “IV Encontro de Motos e Amigos”.

A caminho de Juína, “cidade polo do Noroeste”, o estradeiro de Palhoça desviou o trajeto, para visitar Condor, no Rio Grande do Sul. Só depois foi à Chapada dos Guimarães, Nova Olímpia, também Mato Grosso e, finalmente, a cidade sede do evento.

Miranda é um respeitado estradeiro, pois já rodou praticamente todo o Brasil, levando as bandeiras de Palhoça e de Santa Catarina a outros estados.
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sexta-feira, 19 de junho de 2015

BABY ESPÍNDOLA REPÓRTER REGISTRA TRÂNSITO CAÓTICO

>>> O ponto crítico é no “viaduto de Santo Amaro”, na BR-101, com repercussão no acesso ao centro de Palhoça e bairros


Baby Espíndola

O trânsito no viaduto de acesso a Santo Amaro da Imperatriz, na BR-101 Sul, que já era complicado, está se agravando. Dia e noite, o fluxo de veículos é intenso na região, com agravante nos horários de pico, pela manhã, ao meio dia e final da tarde.

Trata-se de uma situação gravíssima, porque o caos sob o viaduto repercute nos acessos e saída do centro de Palhoça e de bairros.

No Grande Aririú, ao longo da Avenida Bom Jesus de Nazaré e Avenida São Cristóvão, as filas se estendem por quilômetros, prejudicando loteamentos circunvizinhos.


Fotos: Baby Espíndola Repórter





CAOS NA RÓTULA >>> O trânsito na Avenida Central do Loteamento Nova Palhoça também é complexo. O ponto crítico é na mini rótula, a poucos metros do viaduto. Situação que deverá ser amenizada quando a Secretaria Municipal de Infraestrutura concluir as obras de pavimentação asfáltica, na “geral do Rio Grande”, do Supermercados Santos até o bairro.

Em toda a área afetada, os pedestres também sofrem com as consequências da confusão no trânsito.

Nos horários de pico, transitar pela paralela da 101, sentido Sul > Norte, é tarefa difícil. Como também é bastante cansativo deixar o centro de Palhoça, para o Aririú, Pachecos e loteamentos vizinhos, cruzando sob o viaduto da 101.





VIADUTO NAS PARALELAS >>> Nesse ponto extremamente crítico (o viaduto de Santo Amaro, na 101), alguma obra deverá ser realizada, para amenizar o problema. Dnit, Polícia Rodoviária Federal, ANTT e a concessionária, Autopista Litoral Sul, precisam encontrar uma solução.

Como sugestão, Baby Espíndola Repórter aponta a construção de viadutos, também nas paralelas da 101.




>>> Outros pontos críticos de mobilidade urbana também são registrados, diariamente, em outros viadutos da BR-101, em Palhoça e São José. Trataremos desses fatos em outras reportagens.